O ministro da cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, fez questão de inaugurar a reposição da modalidade de gratuitidade dos museus em Coimbra, no passado dia 2 de julho, e aproveitou para participar nas comemorações do centenário do Museu Nacional de Machado de Castro (MNMC).
A medida prevê a entrada gratuita em museus, palácios e monumentos tutelados pela Direção Geral do Património Cultural (DGPC) aos domingos e feriados, entre as 10h00 e as 14h00, para residentes nacionais e estrangeiros com residência em Portugal.
Castro Mendes realizou ainda uma visita-guiada orientada pela Diretora do MNMC, Ana Alcoforado, e marcou presença no lançamento do livro "100 anos, 100 obras", a par do Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, da Diretora Geral do Património Cultural, Paula Araújo da Silva, e do poeta João Miguel Fernandes Jorge.
O livro, para lá de um álbum de imagens de grande qualidade, pretende ser uma espécie de museu imaginário onde se reúnem as 100 melhores e mais belas peças que integram as coleções do Museu Nacional de Machado de Castro.
100 obras, constitui uma forma simbólica de evocar 100 anos de existência da instituição e de homenagear o seu fundador, António Augusto Gonçalves, e todos quantos têm contribuído para o engrandecimento da sua herança.
As 100 obras eleitas encontram-se entre as 560 presentes na exposição permanente, contracenando com as diversas arquiteturas que as acolhem e cuja presença, por vezes simultânea, faz a originalidade do museu.